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Especialidades

Orientação

As complicações e embaraços psíquicos promovem o interesse em diversas áreas do conhecimento. No decorrer da história recente, os termos e diagnósticos se popularizaram, algo que gerou explicações equivocadas no que tange ao sofrimento humano. Os estudos psicanalíticos evidenciam que, sob a luz da bibliografia freudiana e lacaniana, pode-se promover uma análise crítica sobre a descrição da fenomenologia dos sintomas, visualizando as questões relacionadas às diversas formas de sofrimento psíquico.

Psicanálise

As observações e intervenções clínicas psicanalíticas evidenciaram que o sofrimento psíquico, de modo geral, percorre o ciclo entre Inibição, Sintoma e Angústia. Freud, ao descrever esses conceitos, nos apresentou algumas explicações. Exemplos de inibições de funções: a sexual, a da nutrição, de locomoção e do trabalho. Em seguida, nos elucidou o que caracterizaria o laço entre a inibição e a angústia: o sintoma.

A angústia seria “uma reação a um estado de perigo”, que depois é “reproduzida sempre que um estado desse se apresenta”. Desse modo, existem duas vias para a angústia se apresentar: "quando há uma nova situação de perigo; a outra, para sinalizar e evitar esta situação”.

Minha Abordagem

Não é raro pacientes chegarem aos consultórios psicanalíticos com diagnósticos e medicados diante de algum sintoma. A psicanálise nos apresenta uma ótica diferente do que é praticado em meio a receitas prontas sem qualquer ou pouco entendimento aparente, por parte do paciente, sobre suas dificuldades.

 

Compreende-se que a psicanálise, analisando o sofrimento psíquico de maneira particularizada, encontra no próprio sintoma um caminho para viabilizar uma terapêutica a partir do discurso de quem sofre, visto que a angústia, enquanto sinal de perigo, mostra ao sujeito do que ele se defende.

A clínica psicanalítica apresenta saídas desse emaranhado de classificações pautadas em intervenções desconexas sobre problemas relacionais que, em muitas situações, poderíamos chamar de casos de família. Nesse sentido, percebe-se que o sujeito da atualidade se distancia cada vez mais de si e do próprio desejo em um movimento obsessivo, cuja efusão Jacques Lacan nos aponta em seu seminário, livro 10, ao tratar do tema da angústia: “A efusão é perturbação, queda da potência.”

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